Alessandro Volta nasceu em Como, Itália.
Em 1780, Volta mostrou que a origem
da corrente eléctrica, descoberta por Luigi Galvani, não estava nos seres vivos
mas sim no contacto entre dois metais diferentes num meio ionizado.
Volta
contrariava assim as afirmações de Galvani apoiadas em experiências com órgãos
de animais e eletricidade.
Decorrente destas suas investigações construiu as
primeiras pilhas químicas no final do século XVIII, marcando o início do estudo
da eletricidade e dos circuitos eléctricos.
Estes estudos foram as bases do
rápido desenvolvimento da teoria electromagnética nas décadas seguintes.
Volta
também descobriu e isolou o gás metano e inventou o electróforo, aparelho que
permite produzir cargas electrostáticas por atrito.
Em 1801 fez uma
demonstração da pilha química a Napoleão, que o condecorou com o título de
conde.
Foi diretor da Faculdade de Filosofia da Universidade de Pádua.
A
pilha de Volta foi o primeiro gerador estático de
energia elétrica a ser criado, tendo sido
inventado por
Alessandro Volta por volta de
1800.
Por volta de 1750, o anatomista italiano
Luigi
Galvani (1717-1808), realizando experiências de anatomia com sapos,
concluiu que a corrente elétrica tinha origem nos músculos animais.
Alessandro Volta partiu de um pressuposto
diferente do de Galvani: o de que a eletricidade tinha origem nos metais. Como
físico, Volta tentava provar que só existia um tipo de eletricidade, aquela
estudada pelas físicos. Por isso, trocou os tecidos de organismos vivos por
ferro,
cobre e tecido
molhado. Variando os metais usados, rapidamente se convenceu de que seu
raciocínio fazia sentido.
Em
1800, Volta
construiu um equipamento capaz de produzir corrente elétrica continuamente: a
pilha de Volta. Ele empilhou alternadamente discos de
zinco e de cobre,
separando-os por pedaços de tecido embebidos em solução de
ácido sulfúrico. A pilha de Volta, produzia energia
elétrica sempre que um fio condutor era ligado aos discos de zinco e de cobre,
colocados na extremidade da pilha.